28 maio 2012

Artigo: Mas eu me mordo de ciúmes...


Há quem diga que ele é necessário, inevitável ou até que ele “tempera” as relações. Quando não existe, muitos sentem falta: “será desamor?”, questionam. Quando existe, pode ser leve, moderado, excessivo, doentio. Pode provocar brigas, gerar mal-entendidos e até separações. Gostando dele ou não, qualquer um de nós o conhece muito bem. Afinal de contas, que atire a primeira pedra quem nunca teve ciúme de alguém!

Sentir ciúmes, ou ter ao seu lado alguém ciumento, não necessariamente é um problema. Ciúmes nem sempre são destrutivos, arrebatadores ou incontroláveis. Nem sempre fazem as pessoas cometerem loucuras ou as tornam agressivas. Existe aquele ciúme ocasional, controlado, que não faz quem o sente arrancar os próprios cabelos e tampouco incomoda o parceiro, de tão sutil que é. Não é desse ciúme que pretendo tratar aqui, pois ele não chega a causar grandes transtornos. Este, aliás, é um excelente parâmetro para sabermos quando o sentimento ultrapassa a fronteira do aceitável e se torna excessivo. Se os ciúmes estão gerando problemas para a relação, é preciso parar e pensar sobre eles. Vou dar uma ajudinha nessa reflexão, com algumas ideias e sugestões. Vamos lá?

Ele(a) tem vida 
Algumas pessoas parecem simplesmente não se conformar com isso. Em um casal, por mais que haja união e até a sensação de que dois são um só, isso não é verdade: dois são dois. Existem duas pessoas na relação, cada uma com sua própria história, suas próprias características e sua própria individualidade. É importante ter consciência disso e respeitar este fato. É extremamente saudável para cada um e para o casal que exista vida além do relacionamento. É necessário ter amigos, colegas, familiares, assim como ter momentos sem o companheiro. O futebolzinho com os amigos ou o chopp com as amigas fazem bem para todo mundo e para as relações.

Ele(a) já tinha vida antes de você 
Sim, muita gente também se esquece disso, e age como se o outro tivesse nascido no momento em que a relação começou. Acontece que, antes de te conhecer, seu/sua companheiro(a) já existia, já tinha uma história, com experiências, vivências, relações... Goste você ou não das pessoas com quem ele já se relacionou (como amigo(a), como namorado(a), seja como for), o passado é passado, e não faz sentido nenhum ter ciúmes dele. O melhor mesmo é ver as coisas como na música do Jorge Vercillo, que diz: “não se ofenda com meus amores de antes, todos tornaram-se ponte pra que eu chegasse a você”. Em vez de ficar furioso(a) com aquele(a) ex, por que não vê-lo(a) como alguém que colaborou para a que seu/sua companheiro(a) estivesse livre e desimpedido(a) quando te conheceu?

Diga não às caraminholas! 
Um dos maiores problemas dos ciúmes é que eles podem virar uma bola de neve e tomar proporções desmedidas. Começa com uma pequena e inofensiva implicância e, quando se vê, surgiu uma história elaborada, cheia de meandros e muita imaginação. Às vezes é algo simples como um sorriso que serve de estopim. Se alguém cisma que um sorriso de uma pessoa para seu/sua companheiro(a) teve algum significado “a mais”, logo qualquer outra coisa – um telefonema, uma troca de emails, um convite para um evento – podem ser lidos como “sinais”, que confirmam que “algo está acontecendo”. Tenha cuidado com esse tipo de caraminhola. Não invente sinais que não existem, não enxergue o mundo com os óculos dos ciúmes, pois tudo parecerá motivo para reforçá-los.

Cadê a confiança? 
Em uma relação, além de muitas outras coisas, são necessárias duas essenciais: confiança em si e confiança no outro. Confiança em si significa acreditar que você é importante o suficiente para seu/sua companheiro(a), a ponto de ele(a) ser honesto(a) e fiel a você. Esse tipo de confiança tem tudo a ver com a autoestima. Quando a pessoa se valoriza e acredita nela própria, dificilmente temerá ser trocada a qualquer momento por um rabo-de-saia (ou de calça!) qualquer. Além de confiar em si, é preciso, obviamente confiar no outro. Em qualquer relacionamento, é evidente que não temos como confirmar 100% do que o outro nos diz. Isso, no entanto, não pode nos tornar paranoides crônicos, motivo pelo qual precisamos confiar no outro. Não se trata, é claro, de uma confiança cega, mas baseada no que ele(a) faz. Se tudo indica que ele(a) está dizendo a verdade, por que desconfiar?

Ciúme irrita 
Ponha-se no lugar do(a) seu/sua companheiro(a): você não ficaria irritado(a) se tudo (ou quase!) o que você dissesse gerasse desconfiança? Não é irritante ter que justificar tudo ou ter alguém o tempo inteiro “monitorando” cada um dos seus passos, quando você sabe que está sendo honesto(a)? Pois é. Ciúme (o desmedido, exagerado, é claro) irrita profundamente. E sabe o que acontece quando alguém está em um relacionamento com alguém irritante? Pois é... Ninguém quer estar por perto!

Converse com ele(a) 
Em vez de ficar criando histórias fantásticas e imaginativas ou bancando o(a) detetive, o melhor mesmo é conversar com seu/sua companheiro(a) sobre os ciúmes que você está sentindo. Veja bem, conversar não é sinônimo de acusar, apontar o dedo, berrar, ameaçar... Conversar significa... Conversar! Troque o “você não me engana, eu sei que você tem outro(a)” pelo “acho que estou com dificuldades e preciso da sua ajuda”. Além de soar bem melhor, certamente terá um efeito mais saudável para a relação.

Converse com outras pessoas 
Os ciúmes frequentemente fazem as pessoas perderem a noção do que é real e do que é fantasia da mente delas. Quando isso acontece, qualquer besteirinha pode ser considerada um grande indício de que o outro está realmente fazendo “algo errado”. Como esse discernimento muitas vezes é perdido, uma boa saída pode ser conversar com amigos(as) próximos(as) que conheçam você e seu/sua parceiro(a). Uma pessoa que está vendo a situação de fora, sem envolvimento direto, sem todas as emoções que o ciúme provoca, pode ser um bom parâmetro para que você perceba se tudo é criação da sua cabeça ou se algo realmente está acontecendo.

Como disse Shakespeare, “o ciúme é um monstro que a si mesmo se gera e de si mesmo nasce”. Tenha cuidado para não alimentar esse monstro que pode destruir sua relação!

Artigo: 7 dicas para a primeira viagem a dois

7 dicas para a primeira viagem a dois


Dizem que a maneira mais rápida e eficiente de conhecer uma pessoa de verdade é viajando com ela. Desconsiderando o exagero na colocação, até que faz algum sentido. Viajar com alguém é dividir um espaço e um tempo preciosos para ambos. E neste momento, cada qual defenderá suas preciosidades como sabe, sem chance de mascarar ou maquiar a situação.

Longe de casa, só você e a pessoa com quem ainda não tem uma intimidade construída, consistente e à prova de instabilidades, os pequenos detalhes estarão em gritante evidência: que horas dormem, que horas acordam, como lidam com o espaço (geralmente pequeno) em comum, tais como armários, cama, banheiro, pia, janelas e portas, entre outros. Além disso, terão de decidir juntos aonde vão, quando, como, por quanto tempo, etc.

Ou seja, quesitos como organização (ou desorganização), saber ceder (ou ser egoísta sempre), ânimo (ou desânimo), disponibilidade (ou falta de vontade), bom humor (ou irritação e impaciência), companheirismo (ou individualismo), estarão sendo recorrentemente exercitados, “testados”, observados e... avaliados, claro! Tanto você quanto a outra pessoa terminarão fazendo uma retrospectiva e uma análise da viagem em algum momento, seja durante ou depois dela.

Muitas pessoas, na tentativa de não cometer erros, ficam sempre em cima do muro. Isto é, não decidem nada, não escolhem nada, aceitam qualquer opção e deixam que o outro ocupe todo o espaço. Se esse é o seu caso, posso garantir: essa técnica não funciona! É fracasso na certa, mais cedo ou mais tarde. Afinal, por mais em dúvida que você possa estar, sempre sentirá e pensará algo sobre as situações, e é bom que você se coloque! Senão, essa relação vai começar em desastroso desequilíbrio e será bem difícil consertar mais tarde.

Portanto, o ideal mesmo é que você exercite, durante a primeira viagem e, principalmente, sempre que possível, toda a sua capacidade de ser gentil e educado. Só que essa capacidade tem de ser genuína, fazer parte da sua personalidade, da sua ética e da sua forma de enxergar o mundo, o outro e as relações afetivas.

Caso não seja, e você apenas tente se parecer com alguém que respeita o outro, seu espaço, suas opiniões, bem como sabe reconhecer o seu espaço, o respeito que você merece e expressar as suas opiniões de forma clara e flexível, lembre-se de que “a casa vai cair” antes do que você imagina!

A seguir, sugiro sete comportamentos essenciais para “fazer a sua parte” durante a primeira viagem a dois. Mas, obviamente, você só tem como gerenciar suas próprias atitudes. As do outro, serão por conta dele, e caberá a você apenas a oportunidade de observá-las e refletir sobre o que você quer quando voltar para casa.

1-Se possível, converse e faça acordos antes da viagem! 

Assim que decidirem para onde vão, como vão, quanto tempo vão ficar e quanto pretendem gastar, procure conversar sobre os detalhes. Além de ser uma delícia planejar a viagem e fantasiar sobre como vai ser gostosa, é uma ótima oportunidade de combinar maneiras de fazer as coisas e fazer pequenos acordos que podem fazer grande diferença mais tarde.

2- Se algo estiver te incomodando, diga! 

Pare de acreditar que o outro é obrigado a saber o que você está pensando e sentindo. Não é! Se algo estiver te incomodando, sente-se, convide-o para sentar-se ao seu lado, olhe nos olhos, e diga calmamente, em tom respeitoso, do que se trata. Não grite, não acuse, não se comporte como criança mimada que acha que tudo tem de ser do seu jeito. Apenas seja sincero, claro e objetivo. E ouça o que o outro tem a dizer sobre isso!

3- Lembre-se de que o quarto e o banheiro não são só para o seu uso! 

Então, procure ser higiênico, não deixar o chão todo molhado, manter as toalhas estendidas e não usar todas indistintamente. Respeitar o jeito do outro na intimidade faz grande diferente.

4- Um mínimo de organização é sempre bem-vindo! 

Deixar tudo espalhado sobre a cama, o sofá ou pelo chão, ocupar toda a pia do banheiro com cremes, pentes, secador, maquiagem, entre outros apetrechos é sinal de que você, mesmo que inconscientemente, não está enxergando o outro e nem respeitando o espaço dele.

5- Escute o que o outro quer e como quer, e considere! 

Cuidado para não tentar impor todas as suas vontades e nem insistir para que os seus programas sejam prioridade sempre. Ouça os pedidos do outro e considere, atendendo-os sempre que possível e de forma equilibrada com as suas vontades.

6-Companheirismo é fundamental! 

Ficar de cara feia enquanto fazem um passeio que foi o outro que escolheu ou decidir não acompanha-lo porque não gosta são atitudes que podem estar a serviço de revelar seu egoísmo e sua falta de maturidade. Cuidado para não se tornar uma companhia chata.

7-Tenha em mente de que a viagem vai terminar, e vocês vão voltar para o “dia-a-dia” de onde vieram! 

Se a situação ficar muito ruim e você não tiver como desistir da viagem antes do previsto, lembre-se de que ela vai acabar e você terá a chance de rever essa relação, essa escolha, seja conversando e expondo seus sentimentos, seja – em último caso – botando um ponto final nessa história que desandou.

No mais, saiba que ser uma companhia agradável durante uma viagem significa que, muito provavelmente, você também sabe ser uma excelente companhia durante a vida. E quem não quer amar alguém assim? Portanto, não espere comprar a passagem para começar a praticar a gentileza!

Artigo: 5 sinais de que alguém está a fim de você!

5 sinais de que alguém está a fim de você!


Convenhamos: demonstrar sentimentos não é uma das tarefas mais fáceis do mundo! Por menos tímido ou por mais expressivo e desenvolto que alguém seja, na hora em que o coração bate mais forte na presença de uma determinada pessoa, toda a espontaneidade e toda a capacidade de expor claramente o que se passa dentro de si costumam cair por terra! Imagine então como essa situação fica ainda mais complicada para os tímidos! 

Porém, o fato é que, tanto os mais extrovertidos quanto os mais recatados, mais cedo ou mais tarde, todos precisarão se expressar de modo coerente com seus desejos, até para que o outro, o alvo de toda a sua atenção, fique sabendo de suas intenções. 

Cada um tem uma maneira toda singular de demonstrar paixão, amor e todos os sentimentos bons que chegam quando a vida nos presenteia com um encontro pra lá de especial. Há quem escreva poemas, quem mande flores, quem oferece bombons, quem cuide com carinho, quem seduza com o olhar, quem jogue indiretas, quem fale mais, quem fale menos... mas o objetivo de conquistar alguém é – ou deveria ser – sempre uma experiência inesquecível. 

E este é apenas um dos lados desta história: o de quem precisa demonstrar que está interessado em alguém. O outro lado, porém, também não é nada fácil, especialmente nos casos em que as demonstrações são excessivamente tímidas. E eis que surge a dúvida: como saber se o outro está mesmo a fim de você? 

Confesso que sempre achei mais fácil descrever os comportamentos de alguém que não está a fim. Afinal, quem não quer simplesmente não faz por onde, arruma desculpas, insiste em dar mancadas e termina deixando o outro numa frustração tão grande que ele só não vai “se tocar” se estiver vivenciando aqueles momentos “masoquistas”, empenhado em aceitar sofrimento indefinidamente. 

Mas quando a tarefa é confirmar interesse, reconhecer o amor mesmo no silêncio ou na distância, sentir-se minimamente amparado para dar o próximo passo na corda bamba que liga um coração ao outro, daí os sinais podem ser muito, muito mais sutis. E isso nos remete às chances de cometer enganos, fazer julgamentos equivocados e tirar conclusões precipitadas. E, assim, desistir de uma história antes mesmo dela começar... 

Bem, se você está em dúvida sobre o que o outro realmente sente por você; se parece que ele quer, mas por alguma lacuna na demonstração ou motivo que você desconheça, esteja difícil avaliar o que realmente está rolando entre vocês, então penso que você tem duas opções! 

A primeira é o óbvio, nem sempre fácil: pergunte! Isso mesmo! Diga que adoraria saber mais sobre o que essa pessoa sente por você, que isso faria com que você se sentisse ainda mais feliz perto dela e por aí vai. Use seu charme, aquele pedaço apaixonante que todo mundo tem quando quer. 

A segunda opção é esperar mais um pouco e observar atentamente. Use seu coração, sua intuição, seu poder de análise e siga esses sinais : 

1. O que o outro fala e como fala com você? 

2. Com que constância te procura, te liga, manda e-mail ou torpedo? 

3. Costuma fazer perguntas sobre sua vida, seu dia, seus gostos e preferências? 

4. Em geral, lembra-se do que você já contou? Ou seja, demonstra que você é importante para ele? 

5. Quanto está empenhado em te agradar e, quando não consegue ou te decepciona, procura se explicar ou até se desculpar, se for o caso? 

Enfim, imagine como se fosse um detetive cuja missão é revelar o coração desta pessoa e descobrir se você está dentro dele, fazendo-o bater mais forte. 

Por fim, mais do que angústia, insegurança ou tristeza, aproveite essa dúvida e esse tempo de conquista para aprimorar suas qualidades, entrar em contato com o que existe de melhor dentro de você, descobrir talentos para o amor e para as relações que talvez você nunca tenha se dado conta de que possui. Faça o amor valer a pena muito antes de ele se confirmar. 

Assim, quando ele chegar, seja com esta pessoa ou com outra, você terá experimentado sensações inéditas e imperdíveis, e estará muito mais segura de quem você e do quanto merece tudo de bom! 

Karaokê Romantico do Mês: Marlon e Maicon - Por Te Amar Assim


Por te Amar Assim


Você ficou em mim
Dentro de minha alma
Feito uma tempestade
Que nunca se acalma
Amor que me pegou
De um jeito inesperado...

Teu nome é um grito
Preso na garganta
Te vendo acompanhada
Parecendo santa
E eu querendo ser
Quem está do seu lado...

Será!
Do jeito que você quiser
Assim será
Mesmo que toda vida
Tenha que esperar
Eu ficarei guardado
Neste sentimento...

Por te amar assim
A felicidade
É o meu castigo
Será que tanto amor
Prá mim é proibido
Estou morrendo aos poucos
Por sonhar contigo...

Por te amar assim
Desejo a tua boca
Sem poder beijá-la
Desejo a tua pele
Sem poder tocá-la
E queimo de vontade
A cada madrugada
Por te amar assim
Por te amar assim
Por te amar....

Assim vou caminhando
Numa corda bamba
E sigo as tuas marcas
Feito tua sombra
Preso nesse amor
Que eu quero noite e dia...

O tempo vai passando
Como vento forte
E eu aqui largado
A minha própria sorte
Contando os segundos
Prá você ser minha...

Será! (Será!)
Do jeito que você quiser
Assim será
Mesmo que toda vida
Tenha que esperar
Eu ficarei guardado
Neste sentimento...

Por te amar assim
A felicidade
É o meu castigo
Será que tanto amor
Prá mim é proibido
Estou morrendo aos poucos
Por sonhar contigo...

Por te amar assim
Desejo a tua boca
Sem poder beijá-la
Desejo a tua pele
Sem poder tocá-la
E queimo de vontade
A cada madrugada
Por te amar assim
Por te amar assim
Por te amar assim...

Por te amar assim
A felicidade
É o meu castigo
Será que tanto amor
Prá mim é proibido
Estou morrendo aos poucos
Por sonhar contigo...

Por te amar assim
Desejo a tua boca
Sem poder beijá-la
Desejo a tua pele
Sem poder tocá-la
E queimo de vontade
A cada madrugada
Por te amar assim
Por te amar assim
Por te amar assim...

Poema Romântico do Mês: Vinícius de Moraes - Eu não existo sem você

Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você 


03 maio 2012

Direitos Autorais

Outro dia eu estava lendo uma postagem em alguns blogs de leitura que me chamou a atenção para uma coisa pouco valorizada na net: os Direitos Autorais.

Por isso, decidi criar essa postagem avisando: a maioria das coisas que são publicadas aqui (a maioria, não todas. Afinal, não sou um monstro de cópia!) são retiradas de outros site. Aqui vai uma lista deles:

1. Poemas: O Pensador
Sua coleção de frases, poemas, mensagens e textos.

2. Letras de Músicas: Letras de Músicas

3. Fanfictions: Nyah! Fanficion


5. Resenhas: Skoob
Às vezes também são de minha autoria

6. Receitas: Receita de Cupcake

Se eu me esqueci de algum, voltarei aqui para corrigir assim que possível. 
Obrigada por entrarem aqui e por saberem o que é amor.